Centro de Produções Técnicas

O etanol de segunda geração começa a ser testado


O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) espera que em 5 anos o combustível tenha aplicação em escala industrial

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No ano passado, as usinas produziram 12,2 bilhões de litros de etanol hidratado

O álcool produzido a partir do bagaço e da palha de cana-de-açúcar, conhecido como etanol de segunda geração, começa a ser usado experimentalmente em usinas neste ano. Os testes visam ajustes finais para que o produto tenha aplicação em escala industrial.

O etanol produzido com os “restos” da moagem da cana pode trazer um ganho de 30% a 50% para a produção. Esses dados representam um enorme ganho para o país, pois a demanda pelo produto é crescente devido ao aumento no uso de automóveis flex, que representam 51% do total da frota nacional.

A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) estima que até 2020 81% da frota brasileira serão de automóveis flex, e que será necessário abastecer o mercado com aproximadamente 28 bilhões de litros de etanol.

Juarez de Souza e Silva, professor do curso Produção de Álcool Combustível na Fazenda, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, afirma que no Brasil o incentivo para o aproveitamento e utilização de fontes renováveis vem sendo intensificado, principalmente, pelas pessoas estarem mais preocupadas com questões ambientais.

O etanol de segunda geração é proveniente de palha e bagaço de cana que passaram por reações químicas. A glicose é extraída da celulose e, por fermentação, transformada em álcool. Um quilo da sobra da moagem produz até 0,7 litro de etanol.

Por: Virgínia Maria de Araújo



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