Categoria: Matérias-Primas
O objetivo é melhorar a produtividade e a qualidade do produto
Pesquisadores da USP e da Unicamp tentam descobrir como funciona o genoma cana, visando aumentar a quantidade e melhorar a qualidade da matéria-prima que é sinônimo de energia renovável.
Tratamento térmico é uma alternativa para o uso de resíduos florestais e agroindustriais

Os resíduos tratados apresentam maior concentração energética, maior durabilidade e menor umidade que o material bruto
“Os resíduos podem ser usados para gerar energia”, afirma Juliana Rodrigues Silvério dos Santos, pesquisadora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Após o tratamento, o material apresenta maior concentração energética, maior durabilidade e menor umidade que o material bruto, além de ser mais fácil de ser transportado. Para a pesquisadora, o tratamento é uma alternativa para a destinação de resíduos florestais e agroindustriais.
O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) espera que em 5 anos o combustível tenha aplicação em escala industrial
O álcool produzido a partir do bagaço e da palha de cana-de-açúcar, conhecido como etanol de segunda geração, começa a ser usado experimentalmente em usinas neste ano. Os testes visam ajustes finais para que o produto tenha aplicação em escala industrial.
Estes microrganismos podem produzir cerca de 140 mil litros de biodiesel por hectare
Atualmente, o biodiesel é produzido a partir de óleos vegetais e animais. Isso faz com que a preocupação com a escassez de alimentos cresça cada vez mais. Por isso, o Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP tem estudado as cianobactérias, que podem ser uma alternativa mais viável, tanto economicamente como também mais abundante, além de não envolver implicações alimentares.
Apesar da queda, a soja ainda permanece como a principal oleaginosa usada na produção de biocombustíveis
Devido à grande diversidade de matérias-primas para fabricação de biocombustíveis, a soja está perdendo seu espaço no segmento. Entre janeiro de 2010 e outubro de 2011, a queda foi de 10%, segundo informações do Sistema de Informações de Movimentação de Produtos (SIMP).





