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Exportações de etanol para o Japão podem aumentar ainda mais


Sustentabilidade do etanol brasileiro é reconhecida mundialmente

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Delegação japonesa esteve no Brasil em busca de conhecimentos sobre o etanol para aumentar sua aquisição.

Até 2017, o Japão deverá consumir 500 milhões de litros de etanol. O Brasil, que atualmente exporta 264 milhões de litros, anualmente, para o país asiático, conta com uma parceria para fomentá-lo. No início deste ano, representantes do governo japonês visitaram o Brasil, no intuito de buscar informações que possibilitem alcançar essa meta.

Segundo o diretor do escritório de políticas de biomassa do Ministério, Shusuke Fukami, “o Brasil é um dos países que mais tem expandido sua produção em todo o mundo, e por isso gostaríamos de tê-lo como referência”.

Delegações japonesa já estiveram no Brasil outras vezes em busca de conhecimentos sobre o etanol de cana-de-açúcar e para estabelecer os critérios de sustentabilidade. Estes serão observados para a importação e comercialização do etanol naquele país, que não possui uma produção doméstica do biocombustível.

O Japão sempre foi um parceiro comercial do Brasil no que tange o setor sucroenergético. Desde o início da divulgação das estatísticas de exportações pelo governo, em 2001, o país figura como importador do açúcar e etanol brasileiro. Segundo divulgação da Secex – Secretaria de Comércio Exterior, o Japão foi o 4º principal destino das exportações brasileiras de etanol em 2010.

De acordo com os dados mencionados no curso Cultivo de Cana-de-açúcar, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, o Brasil é o maior produtor e exportador de cana-de-açúcar, sendo São Paulo o estado com grande destaque.

As terras brasileiras também colocam o país como o segundo maior produtor de etanol, utilizando menos de 1% do território nacional para a produção do combustível renovável. As projeções do Ministério da Agricultura indicam que, se a produção brasileira duplicar até 2017, estará utilizando no máximo 1,7% das terras cultiváveis do país.

Em 2010, a agência de proteção ambiental dos Estados Unidos (Environmental Protection Agency) classificou oficialmente o etanol brasileiro como um “biocombustível avançado”.

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