Centro de Produções Técnicas

Arquivo de agosto, 2011


A oleaginosa tem mercado garantido para o biocombustível e a alimentação animal

girassol biocombustivel 250x187 Girassol apresenta capacidade de ser cultivado no semiárido

Pesquisa com girassol identifica sua adaptabilidade no solo e o clima da região do Semiárido.

Plantado em consorciação com lavouras de milho e feijão, a Embrapa Tabuleiros Costeiros, em Aracaju (SE), constatou que o girassol tem a capacidade de tolerar períodos de seca. O cultivo necessita de pouca água durante os primeiros 30 dias após a semeadura.

Sua tolerância à estiagem é decorrente também do seu sistema radicular que vai buscar água em partes mais profundas do solo. “O girassol se comporta muito bem no solo e clima do semiárido e se apresenta como uma alternativa viável para a região”, afirmou o pesquisador Ivênio Rubens de Oliveira.

 

A previsão é do aumento da mistura para 10%

aumento mistura biodiesel 150x150 Governo avalia aumento da mistura de biodiesel ao diesel

A previsão é do aumento da mistura para 10%.

O programa nacional de biodiesel está sendo avaliado pelo governo a fim de corrigir e fazer alguns ajustes para elaborar um novo marco regulatório. Com o surgimento de diversas matérias-primas e o avanço nas pesquisas, produtores esperam, ansiosamente, por uma decisão.

De acordo com o coordenador da área de biocombustíveis do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Marco Antônio Viana Leite, a previsão é do aumento da mistura para 10%. Atualmente, a lei obriga o valor de 5% de biodiesel ao diesel mineral. Segundo Leite, os ajustes referem-se a questões como leilões, tributação e participação da agricultura familiar.

 

Produtores gaúchos querem aproveitar os excedentes do grão, que tem cultivo bem sucedido no estado

arroz biocombustivel 250x148 Arroz é usado na produção de biocombustível

14% do arroz entregue atualmente pelos produtores não é aproveitado para alimentação humana e poderia, então, ser usado para o etanol.

A Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), está discutindo formas de ampliar a utilização dos excedentes de arroz para a produção de etanol. O estado é o maior produtor do grão no país, sendo que esse cultivo corresponde a 2,5% do PIB gaúcho.

Para apresentar metodologias a essa produção, a instituição promoveu na sexta-feira, 29, uma palestra com o professor da USP – Universidade de São Paulo, Roberto Hukai. No evento, Hukai desmistificou esse impasse entre produção de alimentos ou produção de biocombustível.

 

A planta Agave, que destilada produz tequila, pode ser uma alternativa na produção do combustível verde

Agave palmeri 250x200 Tequila faz bebida e biocombustível

Uma pesquisa da Universidade de Oxford indicou que o Agave pode substituir o etanol produzido pela cana-de-açúcar sem provocar grandes impactos ambientais e sociais.

Já pensou que a mesma matéria-prima que gera a famosa bebida tequila também pode ser usada como biocombustível? Se você não pensou, os pesquisadores da Universidade de Oxford já fizeram essa descoberta. A planta Agave, que destilada faz a tequila, pode ser uma alternativa na produção do combustível verde.

A planta é cultivada em solos bastante inóspitos, pois é encontrada em terras extremamente áridas e quentes, e em áreas praticamente desertas. No entanto, de acordo com os resultados da pesquisa, o Agave pode substituir o etanol produzido pela cana-de-açúcar sem provocar grandes impactos ambientais e sociais.

 

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